23 de outubro de 2013



O poeta é belo como o Taj-Mahal
feito de renda e mármore e serenidade
O poeta é belo como o imprevisto perfil de uma árvore
ao primeiro relâmpago da tempestade
O poeta é belo porque os seus farrapos
são do tecido da eternidade.

 

- Mario Quintana, 'in' O Poeta é belo (Esconderijos do Tempo)