28 de setembro de 2012


"Não esperava uma cena de filme romântico, queria um esquartejamento sexual, algo que me retalhasse e me devorasse com a carne ainda pulsando. Para a minha surpresa, eu me permitia viver e, o mais importante, me permitia sentir. Foi um dos
melhores momentos íntimos que passei.
Não o senti, senti a mim, meu sexo, minha temperatura, meus contornos, profundidade e maciez.
Estava devolvendo-me a mim mesma. "
 
Trecho de O voo da Estirpe.