1 de janeiro de 2013



Atado à rédea de meu peito
... o cavalo selvagem me leva,
sem destino, não distingo
a que caminhos me obriga.

Abriga um sonho na crina
domado ser, montado ser,
pede a um único cavaleiro
... a cavalgada do amor inteiro.

Talvez eu o ponha de lado
amordaçado, amaldiçoado
antes que sua pata sapateie
o que resta de prado em mim...

CORCEL
Eleonora Marino Duarte